quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Será que a moda perdeu a cabeça?



A campanha para a coleção 2010-11 da Grife Italiana Patrizia Pepe está no mínimo peculiar.  Realizada pela agência TWA\Itália, a campanha inovou nos anúncios e não só mostra os designs incríveis no rótulo, mas também solidifica um senso de humor que por vezes falta dentro da indústria da moda.
Inserido no slogan: "Quem é Patrizia? ', A campanha de 2010-11 Patrizia Pepe coloca a questão para ver o que Patrizia é para você e quem você é quando está vestindo a etiqueta.

Para ilustrar a idéia, um diretor de arte criativo e um ótimo fotógrafo produziram propagandas em que as modelos cobrem seus rostos dentro da lógica do cenário, deixando à mostra apenas o look da grife e a pergunta: Quem é Patrizia?

Confira mais algumas das produções: 



eu vi no: Trend Hunter

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Phill Collins voltou em grande estilo



O lendário e premiado cantor, compositor, baterista, ator e produtor Phill Collins voltou aos estúdios; dessa vez gravando covers da gravadora de soul Motow, com faixas que o influenciaram quando adolescente. 

"Minha idéia era fazer um álbum antigo e não um disco novo"

Pelas palavras dele, não gostaria de trazer nada de novo a essas músicas, queria que soassem do jeito que eram. (O cara tem uma genialidade tão grande de música que inova sem fazer diferente, dá pra entender?)


Phil Collins deixou não vai deixar as faixas com uma sonoridade moderna. O músico quer capturar a essência das canções em sua forma original, como as deixaram maravilhado quando jovem. Pelo que se vê em HeatWave não tem como não se sentir assim. 

Para gravar o disco e torná-lo o mais autêntico possível, Collins recrutou três integrantes da banda Funk Brothers, músicos de estúdio da Motown que tocaram em diversos sucessos do selo norte-americano.

Podemos contar com sucessos de Martha Reeves, The Temptations, Four Tops entre outros sublimes.

"Esse foi o Album que mais gostei de fazer. Não perderia por nada" (nem eu.)

aproveitem :D

A casa dos Simpsons de verdade

Em uma promoção realizada pela Fox, em parceria com a Pepsi e a Kaufman, um telespectador muito sortudo foi premiado com a réplica real da casa em que vivem os personagens do desenho Os Simpsons. (Ows, até eu queria essa hein!). Confira algumas fotos da verdadeira residência do desenho:
Em uma ideia muito criativa e animada o desenho mundialmente conhecido “Os Simpsons” virourealidade em Henderson, Nevada, nos Estados Unidos. A casa foi construída nos moldes dos personagens animados, realmente existe e foi sorteada para uma telespectadora da série: Barbara Howard, de Richmond, Kentucky.


Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie Simpson moram em uma casa típica de família norte-americana: um sobrado, com jardim na frente, lareira e construção anexa, que funciona como garagem. Exceto o fato de a residência ser apenas uma ficção, qualquer pessoa poderia morar (Imagina que diversão)



Um pouco sobre Os Simpsons

A série é uma paródia satírica  do estilo de vida da classe média dos Estados Unidos, simbolizada por uma família. A série se passa na cidade de Springfield e satiriza a cultura  e a sociedade norte-americana, a televisão e vários aspectos da condição humana.
Desde sua estreia, em 17 de dezembro de 1989, o programa já exibiu 464 episódios; a vigésima primeira temporada começou a ser exibida no Brasil em 11 de abril de 2010. O filme do seriado foi lançado em 26 e 27 de julho de 2007 e arrecadou mais de meio bilhão de dólares em todo o mundo. (www.wikipedia.org)

Tentando reavivar esta vítima

que é o meu blog abandonado 10 vezes, colocando novidades que julgo ao menos interessantes e compartilhando opiniões e análises sobre o que se passa nesse mundinho de meu deus. :D

sexta-feira, 15 de maio de 2009


espiação e provas

E assim seguem os dias, um após o outro, perfeitamente diferentes. Alguns acontecimentos pré-meditados outros completamente espontâneos e surpreendentes mas no final de a cada fim de dia aquela reflexão sobre o que houve, ainda que inconscientemente.
Na verdade, não necessariamente sobre o dia em si mas de todos os acontecimentos que geraram aquele dia, como: "pq eu estava lá hj?" ou "como foi que eu conheci essa pessoa?"... e aí surgem aquelas abstrações sobre ter sido você o autor da sua história ou já está tudo em roteiro e você ser o protagonista.
Sei que nos final das contas, nos aperreios e frustações , viver é bom.
Tudo sempre acaba em praia, risos e amigos.




"Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, passaram-se 50 anos!
Agora é tarde de mais para ser reprovado...
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo
caminho, a casca dourada e inútil das horas...
Dessa forma eu digo:
Não deixe de fazer algo que goste devido à falta
de tempo, a única falta que terá, será desse tempo
que infelizmente não voltará mais."

(Mário Quintana)

terça-feira, 12 de maio de 2009

sempre um bom motivo


quando se quer estar bem, todo pouco é suficiente.
quando nao se tem ninguem, todo ser é um alguem novo.
quando se quer amar alguém, só basta um q esteja disposto.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

"Cada qual sabe amar a seu modo; o modo pouco importa; o essencial é que saiba amar".

(Machado de Assis)

domingo, 25 de janeiro de 2009

cheek to cheek


"Cheek to Cheek"

Heaven... I'm in heaven,
And my heart beats so that I can hardly speak.
And I seem to find the happiness I seek,
When we're out together dancing cheek to cheek.

Heaven... I'm in heaven,
And the cares that hung around me through the week,
Seem to vanish like a gambler's lucky streak,
When we're out together dancing cheek to cheek.

Oh, I love to climb a mountain,
And to reach the highest peak.
But it doesn't thrill me half as much
As dancing cheek to cheek.

Oh, I love to go out fishing
In a river or a creek.
But I don't enjoy it half as much
As dancing cheek to cheek.

Dance with me! I want my arms about you.
The charms about you
Will carry me through to...

Heaven... I'm in heaven,
And my heart beats so that I can hardly speak.
And I seem to find the happiness I seek,
When we're out together dancing cheek to cheek.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Brinde com sabor de chocolate


Se tem uma coisa da qual os japoneses gostam é cerveja. E não adianta dizer que a bebida tipicamente nipônica é o saquê, porque na hora do famoso kanpai (para nós, tim-tim) é a loura gelada que impera nos bares. A indústria sabe tanto disso que não esgota a sua "veia criativa" e sempre está apresentando novidades ao mercado consumidor. A última delas é uma cerveja feita de cacau, produto da marca Sapporo que será lançado no próximo dia 14, com vendas exclusivas pela internet (http://www.sapporobeer.jp/).

Considerando-se o fato de que os chocolates japoneses são de altíssima qualidade, acredito que a nova bebida irá agradar, sobretudo ao paladar feminino. Confesso que não gosto muito das cervejas adocicadas (embora o fabricante diga que essa será amarga), mas acho que uma novidade como essa combina perfeitamente com o inverno japonês, época em que os termômetros marcam no máximo 10oC.

Inicialmente, apenas 20 mil conjuntos de três latinhas cada – ao custo de aproximadamente R$ 35 – serão postos à venda. No dia 30 deste mês, outros 12 mil kits poderão ser encontrados nas lojas de conveniência de Hokkaido, província ao norte do país onde está sediada a matriz da Sapporo (nome da capital da província, vale destacar).

Sei que esse é um produto experimental, mas acho a nova cerveja, batizada de Chocolat Brewery, bem que poderia chegar às lojas durante o Sapporo Snow Festival, exposição ao ar livre de esculturas de neve, que acontece todos os anos em fevereiro. Em vez de chocolate quente, os turistas poderiam optar pela cervejinha… Que tal, hein, Sapporo?

* Dica aos leitores: nunca digam “tim-tim” ao brindar com um japonês. É que a expressão significa um pouco mais do que saudar o seu companheiro de copo… Aqui deste lado, é o mesmo que falar das “partes baixas” dos homens. Portanto, kanpai, pessoal!

(Material retirado do site O Globo)

do amoroso esquecimento



Eu agora - que desfecho!
Já nem penso mais em ti...
Mas será que nunca deixo
De lembrar que te esqueci?


Mario Quintana - Espelho Mágico

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Alcohol.


"Se eu pudesse chegar em pensamento
E não deixar evaporar
Isso que tão etéreo como o álcool
Me consome embriagado em olhos e palavras
Que enxergam esse mesmo etéreo
Estaria outra vez, dentro a costurar
Fatos que ainda não vi

Mas que hão de vir na magia de um dia-a-dia
E quando ouço a tua voz
Ouço mais, que ouço nós"

sexta-feira, 11 de julho de 2008

lei do entrosamento forçado (seca)



A discussão atual é o real efeito e as intenções da mais nova e polêmica lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro, a "Lei Seca", pela qual aquele que for pego dirigindo após consumir quantidade de álcool além da multa de R$ 955, vai perder a carteira de motorista por 12 meses.
Engraçado é que ao invés de pensar o "óbvio", ou seja, diminuir a quantidade de acidentes no trânsito, as discussões sobre o que vai ser a atuação dessa lei é um exemplo de criatividade entre os Brasileiros...
Ainda ontem presenciei pelo menos 3 discussões sobre o assunto:
Há quem ache que o único efeito desse processo seja aumentar a renda dos elementos dos órgãos relacionados; Há também os engraçadinhos que alegam que como o consumo de álcool é menor entre as mulheres, haverá conseqüentemente mais mulheres dirigindo e por seguinte mais acidentes; E o movimento das mulheres feias que agora não pegarão mais ninguém.
Eu, em contra partida já acho que os brasileiros, interesseiros que são, aproveitando-se da idéia da mídia "Amigo da vez", para não ter sempre um que fique de fora, resolveram eleger o "amigo de sempre", aquele cara que ninguém nunca chamava para sair, pq não bebia, nao caía na farra e por essas características era enquadrado fora desses ambientes e situações; Agora são os mais queridos, homenageados em brindes e nunca mais ficaram de fora de um encontro sequer, isso, claro, se ele tiver habilitação.
Ô raça, viu?
Mas a gente prefere ver até onde isso vai.
Até lá, aguenta.

- quelqu'un m'a dit



existem músicas que falam por nós, [2]