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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Encontre alguém que feche o seu Zíper

Não é novidade para ninguém o alto índice de mulheres independentes nosso tempo. 
Elas ganham seu próprio dinheiro,suas carreiras, carros, casas, podem ter e criar seus filhos sozinhas, e dão conta de várias coisas de um vez, sem precisar necessariamente de um parceiro. Por conta disso há um frequente aumento no o número de solteiras no mundo e por sua vez, uma baixa audiência em sites de relacionamentos.
Porém, todavia, contudo...O JDate (site de relacionamentos israelense) descobriu algo que as mulheres não conseguem fazer sozinhas: Fechar o Zíper das suas roupas, e baseado nisso promoveu, de maneira muito simpática essa campanha criada pela Tel Aviv, incentivando as Single Ladies a encontrarem a pessoa certa para fechar seu zíper no Dia dos Namorados Judáico.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Experimento com vizinhos em ação sobre violência contra as mulheres

Bom, esse post não é tão recente, eu o postei em Julho para o GogoJob, mas como sei que muita gente não viu e eu também não o comentei, quis refazê-lo aqui.

Essa é uma ação fantástica Ogilvy de Johannesburg criada para a POWA (People Opposing Women Abuse), uma organização que luta em prol dos direitos das mulheres e o fim da violência contra as mesmas.


A ação chama-se Experimento na Vizinhança: Pegaram uma casa dentro de um condomínio em Johannesburgo, na África do Sul e em uma noite colocaram um baterista para fazer uma somzeira e assim, através de câmeras escondidas, verificar a reação dos condôminos. Como esperado,  nessa noite houve várias reclamações,multas, discussões entre vizinhos e visitas o tempo todo.


Em uma outra noite resolveram colocar em alto e bom som a gravação de uma discussão entre um homem e mulher, que acaba em luta corporal, e pode-se ouví-la apanhar além de coisas caindo e quebrando-se.  
A reação dos condôminos? Vejam vocês mesmos:

ClosePuppyFactories.org



Se Uma campanha de conscientização já é um desafio, imagina quando não tem grande repercussão na mídia e ainda por cima quando a mesma não deseja que essa mensagem seja divulgada, infelizmente esse é o caso Puppy Factories. 


As "fábricas de filhotes" são locais afastados dos centros urbanos onde centenas de cães de raça são confinados para gerarem filhotes que, por sua vez, irão "abastecer" os inúmeros pet shops do país. Funcionam em um esquema industrial, muitas vezes com gaiolas em cima das outras, aos montes, com os animais largados em condições de espaço e higiene que não fariam feio aos campos de concentração nazista. 



As fêmeas vão parindo a cada ciclo, sem descanso. Quando já não exibem condições para tanto, tornando-se inúteis para a "fábrica", são descartadas, liberando espaço na gaiola pra outras mais produtivas. As mais sortudas vão para leilões. Outras, de tão desgastadas, após várias crias, são sacrificadas por ali mesmo. Assistência veterinária? Pra quê? Gasto demais, ora essa. 



Por causa disso, associações de defesa dos animais, além de denunciarem esses empreendimentos - que não possuem autorização legal para funcionar -, promovem também campanhas, como essa, que procuram desestimular a compra de cães nos pet shops, através da conscientização do público sobre a origem desses animais.


Nesse anúncio podemos ver uma espécie de comercial duplo, pois de uma primeira impressão parece mostrar cães saudáveis e felizes, brincando em um ambiente que é imediatamente reconhecível como um clichê de publicidade, e em seguida, desafia-se a idéia  sobre o nosso público, de onde muitos desses cães podem realmente vir. 
A primeira etapa da campanha de outdoor foi até por vários dias antes que revelou a imagem dos cães enjaulados para o restante da compra de mídia.

O primeiro passo é a informação, o que vem depois é por sua conta.


RSPCA: closepuppyfactories.org